Protestos durante Copa das Confederações geraram visibilidade negativa no exterior sobre impactos da Copa e Olimpíadas


Manifestações durante Copa das Confederações geraram visibilidade aos impactos dos megaeventos (foto: Daniela Pi)

Manifestações durante Copa das Confederações geraram visibilidade aos impactos dos megaeventos (foto: Daniela Fi)

Para críticos estrangeiros, as revoltas geradas em junho de 2013 no contexto da Copa das Confederações, que ocorreu no Rio de Janeiro, pode ter consolidado em nível global uma perspectiva negativa sobre a Copa do Mundo, as Olimpíadas e os impactos decorrentes destes eventos.

Apesar das denúncias e contestações de estudiosos e movimentos sociais, a realização de megaeventos esportivos segue sendo propagandeada como oportunidade extremamente positiva para os países e as cidades-sede. No entanto, a forma como estão sendo implementos esses eventos tem ganhado cada vez mais visibilidade na comunidade internacional.

O jornalista escocês Andrew Jennings, autor do livro “Jogo Sujo – o Mundo Secreto da Fifa”, lembra que os protestos no Brasil balançaram o mundo inteiro. Na Europa, os meios de comunicação foram surpreendidos e as notícias sobre as manifestações muito bem recebidas.

Já o sindicalista e pesquisador sul africano Eddie Cottle, que lançará seu livro “Copa do Mundo da África do Sul: um legado para quem?”  em setembro desse  no Brasil, conta que os protestos durante a Copa das Confederações foram apoiados pela população de seu país, anfitrião do último mundial da Fifa.

Saiba mais sobre a análise dos pesquisadores a respeito do impacto dos protestos da Copa das Confederações na primeira reportagem da série: “Copa e Olimpíadas: esporte ou negócio?” (pulsar)

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