Democratização da mídia está em pauta nas eleições de Costa Rica


(foto agência púlsar)

(foto agência púlsar)

A possibilidade de revisão de uma lei de rádio e televisão de 1954 tomou conta do debate eleitoral na Costa Rica. No próximo domingo (02), mais de três milhões de cidadãos costa-riquenhos vão eleger o presidente e 57 deputados da Assembleia Legislativa do país.

A Costa Rica  é um dos poucos países da região latino- americana sem meios comunitários. Além disso, as frequências de rádio e tevê estão sob o controle de várias empresas. Movimentos sociais e pesquisadores da área de comunicação há anos reivindicam uma lei de mídia mais inclusiva. Os militantes alegam que há pouca vontade política do governo para investir na democratização da comunicação.

O candidato a presidência José Miguel Corrales está de acordo com a necessidade de reorganizar o espectro eletromagnético no país.  Corrales também destacou a importância da mídia comunitária nas comunidades.

O seu adversário da Frente Ampla, José Maria Villata, não ficou para trás. O candidato disse que a democracia se fortalece com a pluralidade de vozes. Villata defende um uso mais eficiente do espectro redioelétrico.

Já o candidato da esquerda, Héctor Monestel, foi mais longe. Para Monestel deveria se levantar a possibilidade de expropriação de estações para garantir a soberania do espectro. (pulsar/agência púlsar)

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