Sindicatos e movimentos sociais vão às ruas na próxima quarta-feira (15)


(foto: Lucio Bernardo Jr.)

(foto: Lucio Bernardo Jr.)

Uma associação de 21 movimentos sociais, partidos políticos, pastorais sociais e centrais sindicais, organizam um ato no próxima quarta-feira (15) contra o projeto de lei das terceirizações (PL 4.330) e a redução da maioridade penal e em defesa da reforma política, do fim do financiamento privado de campanhas e pela taxação de grandes fortunas. Em São Paulo, a concentração será às cinco horas da tarde, no Largo da Batata, na zona oeste da capital.

Ocorrem mobilizações também no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Fortaleza e Curitiba. A Central Única dos Trabalhadores (CUT) propõe que seja um dia nacional de paralisação contra o PL das Terceirizações. De acordo com a entidade, o projeto não melhora as condições de trabalho dos quase 13 milhões de terceirizados e ainda amplia a possibilidade de estender esse modelo de contratação para a atividade-fim da empresa, o que hoje é proibido no Brasil.

As organizações defendem que o ajuste fiscal proposto pelo governo para conter os efeitos da crise econômica mundial não reduzam os direitos sociais e trabalhistas, nem o corte de investimentos em educação e moradia. Os movimentos acreditam que é preciso taxar as grandes fortunas, os lucros e os ganhos com a especulação financeira e na bolsa de valores, limitar a remessa de lucros para o exterior, reduzir drasticamente os juros básicos da economia e uma auditoria da dívida pública.

Entre as reivindicações ainda está um programa de reformas estruturais, que inclua alterações na política tributária, reforma agrária e urbana, segurança alimentar e a democratização dos meios de comunicação. (pulsar/rba)

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