Protesto contra a Copa reúne mais de mil pessoas em São Paulo


(foto: arquivo/não vai ter copa)

(foto: arquivo/não vai ter copa)

No última terça-feira (15), 1500 pessoas participaram do quinto ato Se Não Tiver Direitos, Não Vai Ter Copa em São Paulo. Os manifestantes se concentraram no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) e saíram em passeata pela avenida Paulista, região central da capital. 50 pessoas foram presas e levadas para o DEIC, órgão da Polícia Civil dedicado principalmente ao combate do crime organizado.

Estiveram presentes na manifestação representantes de movimentos sociais, como Território Livre e Fórum Popular de Saúde, e simpatizantes de partidos políticos. A principal crítica são os gastos para o Mundial da Fifa.

No evento criado na rede social Facebook, o texto afirmava que “o Estado brasileiro, mais uma vez, submisso ao interesse internacional, gasta nosso dinheiro para fazer a Copa dos ricos. Em vez de hospitais e leitos, construíram estádios e arquibancadas; ao invés de remédios, fizeram investimentos milionários em hospitais particulares e empresas privadas”.

De acordo com Rafael Padial, militante do Território Livre, o movimento, formado por estudantes, apoiou o protesto para que a mobilização ajude a sociedade brasileira a inverter as prioridades das políticas públicas. O militante afirma que a manifestação não foi contra o futebol, mas contra as prioridades do governo brasileiro. Oitocentos homens da Polícia Militar foram mobilizados para a passeata. (pulsar/rba)

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