Plataforma Operária e Camponesa constrói propostas para política energética nacional


(imagem: reprodução)

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Nesta quinta-feira (18), encerra em Brasília o último seminário regional sobre energia organizado pela Plataforma Operária e Camponesa para a Energia. Além do distrito federal, o debate sobre o atual modelo e as alternativas para a criação do projeto energético popular para o Brasil foi realizado também em Belém, Florianópolis, Recife e Rio de Janeiro.

Com estimativa de participação de cerca de mil e 500 pessoas, os encontros dão sequência ao Seminário Nacional da Energia, ocorrido nos dias 19 e 20 de maio deste ano em Belo Horizonte. Na ocasião, mais de 100 lideranças de trabalhadores ligados ao setor energético firmaram uma aliança para a construção de amplas discussões sobre a energia, através de seminários nas cinco regiões brasileiras.

De acordo com Liciane Andrioli, integrante da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), o objetivo dos seminários é construir coletivamente as propostas para a Plataforma Energética Popular. O documento resultante das discussões será entregue aos candidatos à presidência da república.

Segundo Andrioli, entre as principais reivindicações da Plataforma estão a estatização do setor energético brasileiro, respeito aos trabalhadores eletricitários, atendimento aos atingidos por barragens e a criação de uma política nacional que reconheça os atingidos.

A Plataforma Operária e Camponesa para a Energia surgiu em 2010, a partir da articulação entre trabalhadores eletricitários, petroleiros, engenheiros, atingidos por barragens e agricultores, com a proposta de criar um espaço de diálogo e articulação das lutas para se avançar em um projeto popular para a energia no Brasil. (pulsar)

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