Pia Matta afirma que direito à comunicação está atrelado a outros direitos


(foto: Pulsar Brasil)

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Rádios comunitárias, rádio digital, espectro livre, direito à comunicação, políticas públicas. Estes foram alguns dos temas abordados no Seminário Internacional Espectro e Redes Digitais, promovido pela Amarc Brasil (Associação Mundial de Rádios Comunitárias) em Campinas (SP), nos dias 31 de março e primeiro de abril. Para entender melhor o contexto da América Latina, a Pulsar Brasil conversou com Maria Pia Matta, ex-presidenta da Amarc Internacional, que mora no Chile e atua hoje na Amarc Latinoamérica.

Pia Matta enxerga o panorama das rádios e da comunicação comunitária na América Latina com avanços, mas também com retrocessos. Para ela, ainda há muito trabalho a ser feito. A jornalista ressalta que além da plataforma é preciso se preocupar com a produção de conteúdos. Pia acredita que não tem luta pela legalização se não tem uma comunidade disposta a ser parte do processo comunicativo.

Em suas falas, Pia faz questão de tratar o direito à comunicação como um direito humano. Ela lembra que historicamente a luta começou pelos direitos políticos e civis, passou por direitos sociais e ambientais, para por último chegar à comunicação. Para Pia Matta, se você não tem direito a falar, não tem direito a fazer nada. (pulsar)

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