Organização do plebiscito popular prepara campanha pela reforma política


(imagem: reprodução)

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Entre os dias 1º e 7 de setembro deste ano, organizações da sociedade civil e movimentos sociais como o Levante Popular da Juventude (LPJ), o Movimento Passe Livre (MPL) e o Movimento dos Trabalhadores sem Terra (MST) realizam um pleito paralelo às eleições presidenciais. Urnas espalhadas por todo o país receberão a opinião dos brasileiros sobre a convocação de uma constituinte exclusiva para debater a reforma política.

A campanha começou em 15 de novembro de 2013, após o Congresso refutar a proposta da presidenta Dilma Rousseff de convocar uma assembleia constituinte exclusiva para realizar a reforma política. Como a realização de um plebiscito também não foi permitida, surgiu o movimento pelo plebiscito popular.

Para Ricardo Gebrim, integrante do movimento Consulta Popular e da organização nacional pelo plebiscito, o apoio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestado recentemente é decisivo devido a sua popularidade. Atualmente, o movimento está em fase de formação política dos militantes. Gebrim espera ainda que haja boa sinergia entre a manifestação pela reforma política e os movimentos que protestam contra a Copa do Mundo, que prometem ocupar as ruas um mês antes do início da campanha.

O resultado do plebiscito será encaminhado à Presidência da República, à Câmara dos Deputados, ao Senado Federal e ao Supremo Tribunal Federal, além dos candidatos à presidência que estarão a um mês da votação no primeiro turno, em outubro. (pulsar/rba)

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