ONGs pedem investimento em educação como alternativa à redução da maioridade


(foto: reprodução)

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Organizações e movimentos sociais contrários à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93, que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos de idade, apresentaram  nesta segunda-feira  (30) argumentos contrários à proposta, que tramita na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados.

A PEC consta como único item na pauta da reunião extraordinária da CCJ desta segunda-feira. As organizações defendem que o Estado invista mais em educação e programas de formação profissional para adolescentes e jovens em vez de reduzir a maioridade penal. Com camisas e cartazes que pediam mais educação e menos cadeia, integrantes dos movimentos protestaram contra a PEC.

A presidenta do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve),  Ângela Guimarães, argumenta que os países onde a maioridade penal é abaixo de 18 anos não registraram queda significativa da violência. Segundo ela, países que têm a experiência de encarceramento de adolescentes com 12, 14 e 16 anos de idade demonstram a falência desse tipo de medida e, inclusive, já estão revendo.  Ângela afirma que quando um  jovem cumpre seu itinerário de escola, de acesso a equipamento público de lazer e cultura, de políticas de qualificação profissional, ele só tem a contribuir para a nação.  (pulsar)

*Informações da Agência Brasil

 

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