Mortalidade materna cresce no Brasil em 2016


(foto: agência brasil)

A RRM, Razão Mortalidade Materna no Brasil, apresentou alta em 2016, com mais de 64 mortes por grupo de 100 mil nascidos vivos.

Segundo o Ministério da Saúde, esse aumento não caracteriza um acréscimo significativo quando analisada a série histórica.

O número é um pouco mais alto em relação a 2015, e o mais alto desde 2010. Mesmo com esse dado, nas últimas décadas, a Mortalidade Materna caiu 57 por cento no Brasil entre 1990 e 2015, passando de 143 para 62 óbitos maternos a cada 100 mil nascidos vivos.

A morte materna, que acontece durante a gestação, parto ou até 42 dias após o parto, pode  ter origem em qualquer causa relacionada ou agravada pela gravidez. Em quase todos os casos, são evitáveis, e geralmente causadas por hipertensão, hemorragia ou infecções.

A redução da Mortalidade Materna no Brasil foi reconhecida pela Organização Mundial da Saúde, mas o Ministério da Saúde pretende reduzir pela metade, ou seja 30 por 100 mil nascido vivos, até 2030. (pulsar)

*Informação Radioagência Nacional

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