Indígenas não se beneficiaram do crescimento econômico da América Latina


(foto: reprodução)

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Em um relatório divulgado na última segunda-feira (15) na Cidade do Panamá, o Banco Mundial indicou que os povos indígenas da América Latina não usufruíram do crescimento econômico do continente da mesma maneira que os demais latino-americanos nos últimos 15 anos.

Intitulado “América Latina Indígena no Século XXI”, o documento afirma que os indígenas “reduziram seus níveis de pobreza” e “melhoraram seu acesso a serviços básicos”, mas ficaram à margem dos outros habitantes do continente.

O estudo aponta que, por conta de políticas sociais aliadas ao crescimento econômico, 70 milhões de pessoas saíram da pobreza na América Latina nos últimos 15 anos.

Segundo os censos demográficos mais recentes, utilizados pelo Banco Mundial, oito por cento dos habitantes do continente são indígenas, o que representa 42 milhões de pessoas. Quatro países – México, Peru, Bolívia e Guatemala – concentram 80 por cento da população indígena, ou 34 milhões. O relatório pontua ainda que, ao contrário do senso comum, aproximadamente a metade dos indígenas vive em zonas urbanas. (pulsar/opera mundi)

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