Greve Geral é considerada a maior paralisação da História recente do Brasil


Em dia de greve geral, trabalhadores caminham em direção à ALERJ, no Rio de Janeiro. (foto: Mídia Ninja)

Em dia de greve geral, trabalhadores caminham em direção à ALERJ, no Rio de Janeiro. (foto: Mídia Ninja)

Brasil amanhece parado. Na maior parte das cidades do país, os transportes públicos não funcionaram. Escolas e estabelecimentos comerciais também fecharam as portas no movimento que entra para a história como uma das maiores paralisações da classe trabalhadora brasileira.

O presidente nacional da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, estima que cerca de 35 milhões de trabalhadores do país aderiram a greve nacional. Freitas acredita que o número pode subir ao longo do dia.

No Rio de Janeiro, a adesão ao movimento contra as Reformas Trabalhista e da Previdência também foi grande. Na parte da manhã, a Ponte Rio-Niterói foi totalmente fechada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto. Trabalhadores das barcas, metrô e ônibus também pararam.

De acordo com o Sindicato dos Bancários do Município do Rio,  300 agência não abriram as portas nesta sexta-feira (28). À Pulsar Brasil, a presidenta da instituição, Adriana Nalesso, destacou que as propostas apresentadas pelo governo Temer no Congresso Nacional atendem apenas aos interesses das empresas e dos banqueiros. Segundo ela, os dados sociais do país não são considerados, apenas os índices econômicos.

Nalesso apontou ainda os danos a longo prazo causados pela precarização das relações trabalhistas. De acordo com a presidenta, a terceirização aumenta ainda mais os custos do Estado com o trabalhador e não o inverso.

A greve geral está ocorrendo em diversas cidades brasileiras. No Rio de Janeiro, o ato principal do movimento está marcado para às cinco da tarde na Praça da Cinelândia, no centro. (pulsar)

 

 

 

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