Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional é lançada no Rio de Janeiro


Roberto Requião durante o lançamento da Frente Mista Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional (foto: Foto: Fernando Alvim)

Senador Roberto Requião durante o lançamento da Frente Mista Parlamentar em Defesa da Soberania Nacional (foto: Foto: Fernando Alvim)

Para barrar a onda de privatizações que ameaça patrimônios nacionais como a Eletrobras, Petrobras e Casa da Moeda foi lançada a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional. Na última segunda-feira (2), parlamentares e representantes de vários setores da sociedade civil se reuniram no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro para marcar o início da Frente no estado.

O evento lotou o auditório do Clube de Engenharia. Cerca de 600 pessoas participaram do encontro que contou com a presença de senadores e deputados federais do Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Partido Comunista Brasileiro (PC do B) e Partido Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

Em entrevista à Pulsar Brasil, a senadora Gleisi Hoffmann (PT), que compõe a Frente, destacou que o movimento é uma forma de chamar a atenção da população para os ataques que estão ocorrendo contra os bens públicos. A senadora afirmou que o foco da Frente é defender os instrumentos de desenvolvimento da economia e também uma distribuição de renda digna, que está associada ao acesso aos direitos básicos.

O deputado federal Glauber Braga (PSOL) defendeu também uma ação mais incisiva contra o governo. Segundo ele, deve-se adotar a desobediência civil contra o governo que não foi submetido ao voto popular. Já a deputada Jandira Feghali (PC do B) destacou que o Brasil está indo na contramão de todos os países que entendem a água, o petróleo e o setor elétrico como patrimônios nacionais.

O senador Roberto Requião (PMDB), que lidera a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Soberania Nacional, pontuou que o projeto de desenvolvimento brasileiro precisa ser revisto. De acordo com o senador, o país está refém do capital financeiro que controla todos os setores sociais. (pulsar)

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