Dilma vai a Europa e EUA denunciar perseguição a Lula e ameaças à democracia


Lula em seu último comício na cidade de São Bernardo do Campo antes de se entregar à PF (foto: Ricardo Stuckert)

Lula em seu último comício na cidade de São Bernardo do Campo antes de se entregar à PF (foto: Ricardo Stuckert)

A convite de universidades e instituições acadêmicas, a ex-presidenta Dilma Rousseff inicia viagem à Europa e aos Estados Unidos nesta segunda-feira (9) para denunciar a “perseguição política ao ex-presidente Lula e as ameaças a democracia” no Brasil.

Na terça-feira (10), Dilma fala em conferência na Casa de América em Madri. Dois dias depois, a ex-presidenta recebe a Medalha Centenário da Real Academia Europeia de Doutores, em cerimônia no Colégio de Advogados, em Barcelona.

Na semana que vem, entre os dias 16 e 18, Dilma fará palestras respectivamente nas universidades americanas de Berkeley, Stanford e San Diego, na Califórnia.

No domingo (8), a ex-presidenta disse que Lula se tornou “um preso político”, vitima de “perseguição implacável”, e classificou a prisão como “injusta e cruel”. Em nota, Dilma diz que a “mídia golpista”, que nega o status de preso político a Lula, “finge não enxergar a ascensão do fascismo no País e a violência da extrema direita”.

Dilma afirma que o Brasil “segue dividido”, com risco de implementação em definitivo de um “Estado de Exceção”, e que Lula foi preso porque é líder na corrida presidencial. (pulsar/rba)

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