Ato em solidariedade ao MST reúne lideranças de diferentes setores sociais


Ato contra a criminalização do MST (foto: josé eduardo bernardes)

Ato contra a criminalização do MST (foto: josé eduardo bernardes)

A quadra da Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), em Guararema, interior paulista, ficou tomada por movimentos populares no ato em solidariedade ao Movimentos dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que ocorreu no último sábado (5). A mobilização foi uma resposta à repressão truculenta da polícia, que na sexta-feira (4) demonstrou a criminalização da luta do movimento ao invadir a ENFF e realizar uma série de buscas por lideranças do MST.

A atividade contou também com a participação de políticos e parlamentares como o ex-presidente Lula, o Senador Lindbergh Farias e o Deputado Federal Ivan Valente (PSOL-SP), que realizaram falas em defesa do MST e contra a violação de direitos presente no contexto atual brasileiro.

Lula destacou ainda a necessidade da esquerda se unir em uma frente ampla para estabelecer uma proposta de futuro para os próximos 20 ou 30 anos que restabeleça a democracia no Brasil.

Entre as demais personalidades, movimentos populares, organizações e sindicatos presentes no ato estavam lideranças e representantes do Levante Popular da Juventude, da União Nacional dos Estudantes (UNE), do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP) e do Coletivo Democracia Corinthiana.

O evento contou também com representação internacional de organizações de 36 países, entre eles África do Sul, Egito, Gana, Índia, Síria, Tunísia, Venezuela, Cuba e Palestina – sendo que os representantes dos dois últimos países foram ovacionados pelo público. O ato teve início com intervenções artísticas musicais do MST e de representantes do Sindicato Nacional dos Metalúrgicos da África do Sul (NUMSA) e foi seguido por falas das lideranças. (pulsar/brasil de fato)

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