Apesar da condenação, envolvidos na chacina princesa continuam em liberdade


(foto:racismo ambiental)

(foto:racismo ambiental)

O fazendeiro Marlon Loper Pidde e seu capataz Lourival Santos da Rocha, responsáveis pela morte de cinco trabalhadores rurais no município de Marabá, no Pará, foram condenados a 130 anos de prisão pelo Tribunal do Júri de Belém, na última quinta-feira (8).

No entanto, apesar da condenação, os acusados não irão para a cadeia. De acordo com a Comissão Pastoral da Terra (CPT), o fazendeiro Marlon continuará em liberdade até que sejam julgados os recursos de sua defesa. Já Lourival, encontra-se foragido e teve sua prisão preventiva revigorada. E o irmão de Pidde, João Lopes , também acusado de participação no crime,  foi absolvido.

Lourival também teve participação nos crimes, por obedecer as ordens de Marlon e levar os pistoleiros até as casas dos trabalhadores rurais, obrigando-os a se dirigirem à sede da fazenda, onde foram torturados e assassinados sob o comando de Marlon.

A acusação foi feita pelo promotor Rui Barbosa, tendo como assistentes de acusação os advogados Marco Apolo Santana da Sociedade Paraense de Defesa dos Direitos Humanos  (SDDH) e José Batista Afonso da Comissão Pastoral da Terra (CPT) de Marabá. (pulsar/brasil de fato)

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