Para assessor da AI, fim do genocídio da juventude negra passa por reformas profundas na segurança pública


(imagem: AI)

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Wesley, Roberto, Carlos, Cleiton e Wilton. Cinco jovens, todos negros, assassinados pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, em Costa Barros, na zona Norte da cidade. Infelizmente, o chamado genocídio da juventude negra tem mostrado a sua cara com frequência.

Somente no estado do Rio de Janeiro, 77 por cento das mortes causadas em autos de resistência são de jovens, 79 por cento de negros. Racismo institucional, criminalização da pobreza e uma política de segurança pública voltada para o combate estão entre os motivos para o extermínio.

Para analisar a situação, a Pulsar Brasil conversou com o assessor da Anistia Internacional, Alexandre Ciconello. Alexandre traz à tona diversos aspectos relacionados à questão, entre eles a desmilitarização da polícia e da segurança pública, o papel da mídia e a guerra às drogas. (pulsar)

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