No Peru, direitos homoafetivos ainda esbarram no conservadorismo do Congresso


(foto: reprodução)

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Conservadorismo impede que projeto de lei para a união civil entre casais homossexuais entre em debate no Congresso peruano. Os opositores da lei vão tentar instaurar um referendo ou um plebicito popular para decidir o futuro da união civil entre pessoas do mesmo sexo.

Muitas pessoas defendem que este tema não deveria ser levado para uma consulta popular por se tratar de um assunto ligado aos direitos de uma minoria. Na última segunda-feira (2), a ministra  das Mulheres e Populações Vulneráveis, Carmem Omote, apoiou o projeto de lei para legalizar a união homossexual e ressaltou que os direitos das minorias não podem depender da posição da maioria.

Já o presidente do Peru, Ollanta Humala, preferiu não opinar sobre o assunto. Durante uma entrevista televisiva, ao ser questionado sobre a união gay, Humala manteve o silêncio e disse que como presidente precisa ter certa prudência com os seus posicionamentos.

Segundo a Agência Púlsar, apesar da movimentação da base conservadora contra a iniciativa, o projeto de lei poderá  ser debatido no Congresso peruano nos próximos dias. (pulsar/púlsar)

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