No Paraguai, organizações reivindicam licenças imediatas para rádios comunitárias


(foto: ea.com.py)

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A organização Vozes do Paraguai exige diferenciar meios comunitários de emissoras geridas por políticos. Para a instituição somente 80 emissoras do país podem ser reconhecidas como comunitárias.

De acordo com o Conselho Nacional de Telecomunicações existem cerca de 600 pedidos de autorização que supostamente  correspondem ao setor comunitário. Por conta deste motivo, organizações que defendem o direito das rádios comunitárias estão exigindo a diferença dos seus meios para aqueles que pertencem à políticos e pequenos empresários.

A observação foi o principal ponto da conversa que ocorreu na terça-feira (27) entre as organizações dos meios comunitários com o presidente do Conselho Nacional de Telecomunicações, Eduardo Neri González.

Durante o encontro, o movimento exigiu a licença de funcionamento imediata para as rádios comunitárias com mais de cinco anos de existência que já comprovaram o seu compromisso social.

 A organização Vozes do Paraguai exigiu também a realização de um Plano Nacional de Frequências, o controle do vencimento das licenças dos meios comerciais, a aplicação do Fundo de Serviços Universais e a integração do Conselho de Radiodifusão.

Na reunião também contou com a presença da Coordenadora Nacional de Rádios Comunitárias do Paraguai, da Rede de Rádios Populares, da Rede de Rádios Educativas e da Coordenadora das Organizações Campesinas e Indígenas (pulsar/púlsar)

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