Conselho de Defesa da Pessoa Humana constata superlotação e insalubridade no Cadeião de Pinheiros


Situação degradante na prisão (foto: reprodução)

Situação degradante na prisão (foto: reprodução)

Em vistoria realizada na última semana no Centro de Detenção Provisória, o CDP-1 de Pinheiros, conhecido como Cadeião de Pinheiros, o membro do Conselho de Defesa da Pessoa Humana de São Paulo, Ariel de Castro Alves, relatou a situação precária e insalubre no CDP-1. O centro viveu uma rebelião no último dia 24 de julho.

De acordo com o conselheiros, a situação dos presos é degradante. Alguns deles precisam de tratamento médico. Além disso, a luz está cortada e o uso da água é racionado. Ariel Alves constatou ainda que as pias e os ralos estão entupidos, e os presos relataram a presença constante de ratos.

Outra situação relatada pelo conselheiro é que cerca de 20 por cento dos presos já têm condenação e deveriam estar em presídios. Ariel Alves avalia que a falta dessa transferência é uma das causas para a superlotação. Lá cabem 524 presos, mas há mil 224 pessoas.

Em nota, a Secretaria de Administração Penitenciária informou que as denúncias são inverdades e que as visitas de familiares devem ser retomadas no próximo fim de semana. E que, atualmente, a unidade passa por um a reforma para melhorar a segurança. A pasta negou que haja presos condenados no Cadeião de Pinheiros e que, tão logo há sentença condenatória, eles são removidos. (pulsar)

*Informação da Radioagência Nacional

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