Campanha internacional tenta combater proibição de relações homoafetivas


(foto: reprodução)

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#Amorproibido. Esta é a hashtag da campanha que a organização internacional de direitos humanos Human Rights Watch (HRW) está realizando acerca da proibição e criminalização das relações homossexuais consentidas. Ainda que, nos últimos anos, tenha sido possível verificar avanços significativos sobre os direitos de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) em todo o mundo, muitos países continuam punindo, legalmente, as pessoas que se atrevem a ter relações homoafetivas.

Atualmente, são 80 países que penalizam as chamadas relações homossexuais consentidas, punido-as com penas rigorosas, que incluem prisão, açoites e, inclusive, a pena de norte. Na América Latina e Caribe, em especial pequenos países insulares caribenhos, 10 países ainda proíbem por lei as relações homossexuais.

À exceção da Guiana, na América do Sul, os nove países restantes estão no Caribe: Antigua e Barbuda, Barbados, Belize, Dominica, Jamaica, São Cristóvão e Neves, São Vicente e Granadinas, Santa Lucía e Trinidad e Tobago. Nos Estados Unidos, nove estados ainda criminalizam de alguma maneira a homossexualidade.

A entidade divulga também gráficos para conhecer como as leis que penalizam a conduta sexual consensual entre pessoas do mesmo sexo e como a discussão dos direitos LGBT variam em todo o mundo. Em cada um dos gráficos, a Nigéria, por exemplo, cai em uma categoria de “sentenças mistas”, já que tem vários tipos de leis, tanto sob o direito penal como sob a Lei Sharia (lei islâmica). O país africano também penaliza a discussão dos direitos LGBT. (pulsar/revista fórum)

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