Atingidos pela contaminação da Chevron levam o caso para as Nações Unidas


(foto: reprodução)

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Atingidos pelos impactos sócio-ambientais da norte-americana Chevron foram até Genebra, na Suíça, na última segunda-feira (23), expor a série de violação que a empresa causou no Equador durante 27 anos de atuação para o Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com Pablo Fajardo, representante da União dos Afetados pelas Operações Texaco, um dos objetivos é pedir ao Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas que aprove um acordo internacional para que empresas transnacionais sejam obrigadas a seguir as sanções estabelecidas.

A Chevron operou na Amazônia equatoriana de 1963 até 1990. Durante este período a empresa causou vários danos ao ecossistema da região. Além disso, ela é acusada de afetar mais de 30 mil pessoas por práticas extrativistas inadequadas usadas pela sua filial Texaco.

O Equador quer enfatizar que o que ocorreu na Amazônia não é um caso isolado, mas uma violação dos direitos humanos, que prejudica toda a população. Para conscientizar o mundo sobre este problema, o governo equatoriano criou a campanha ‘A mão suja da Chevron’ para denunciar a contaminação ambiental da empresa transnacional e chamar a atenção dos consumidores da Chevron-Texaco para o ‘alto preço’ pago pelos produtos da empresa. (pulsar/púlsar)

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